Um blog cheio de mimimi, com um título sem sentido e um template sem qualquer originalidade.


19 Novembro, 2011

Dialeto

Pororó, tuco tuco, xizzzz, ribana teclovski, redifun, saueri, melacolexa, chusman.

Se ela pudesse, inventaria um dialeto. Assim conseguiria falar sobre seus sonhos.

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Se ela pudesse, escreveria em sequências numéricas.




















Se ela pudesse, se expressaria de mil e outras maneiras.

Pássaro amor barriga tudo sei  não sei ao lado  feche a porta economia  marrom-branco-lilás aliança trabalho  que alegria  sabedoria   melhores dias de minha vida.

Pressupõe tão absoluta nobreza, ó certeza? Vens desautorizada,
 viciada,
 ensaiada,
 enjoada,
 peço que saia.

Vá, não se demore, que o dia mal começa e já sinto saudade de nós, pois que a felicidade é um dormir e acordar sem saber dos entre-meios, é sentir uma vibração vez ou outra como um arrepio de algo bom, simples, doce e por vezes (porque não?) duvidoso, incerto mesmo, o que se quer mais da vida?

Se ela pudesse, ela teria um dialeto, bobinho assim, sem muitos detalhes e riquezas assim, só para escrever músicas incompreensíveis de melodia boa, só para conversar com a filhinha em código secreto, só para amar do seu jeito.

E então...um dia...ela o inventou. Inventou o tal dialeto.

Inventou e ainda inventa, devagarzinho. Terilofu-perdão a quem o dialeto não foi ensinado. Mas é que é só para as pessoas fagatéfi-eternas no coração. E as não-eternas, deixou-as belas
no cantinho
da gaveta
da chave
do cofre
de um lugar que muito lhe importa.
whatever...

anywhere...


Guvinoteka, xeiquinvo, tsobe,
rakabon, telidesjo, 
amor, Amor, há mor, a-m-o-r, amor, amor, amor, amor, como te escrever, como te descrever, como te ser, como te dizer, como te fazer, quem é você?
Estás em mim.

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